Socialistas reafirmam aliança com Lula em ato público


Imagem: Reprodução/PT-TV

O presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, lideranças e políticos socialistas participaram da mobilização pública Vamos Juntos pelo Brasil, realizado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília. O grande evento na capital brasileira também reuniu políticos e dirigentes de diversos outros partidos, além de centenas de militantes e apoiadores da chapa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do ex-governador Geraldo Alckmin (PSB).


Durante seu discurso, Siqueira reafirmou a aliança da legenda socialista com o PT em prol da “democracria e justiça social“.


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“Essa é a chapa da vitória, da democracia, da justiça social. É aqui que vamos nos reencontrar com o Brasil e com a democracia brasileira. É aqui que vamos falar um não rotundo e bem alto a Jair Bolsonaro, esse genocida, esse sujeito que deforma a democracia do nosso país”, declarou na noite de terça-feira (12).

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O presidente da legenda socialista também afirmou que é em 2 de outubro — data marcada para início das eleições —, que o Brasil irá lutar pelo “Fora Bolsonaro!“. “Nós não vamos aceitar o retrocesso e não vamos aceitar que Jair Bolsonaro continue a mandar em nosso país. Todos aqueles que gostam deste país, que querem o desenvolvimento deste país, que querem a justiça social têm que lutar para vencer o autoritarismo e o ódio”. Nós temos dia e hora para dizer: Fora Bolsonaro!”


Alckmin: “Não ao ódio, sim à paz”


Em seu discurso acalorado, Alckmin declarou que o país não pode aceitar a violência e dizer “não ao ódio e sim à paz”. “Quando uma pessoa invade uma festa de aniversário e mata outro por intolerância política; quando com drone jogam veneno sobre o povo; quando atiram bomba na multidão, como foi no Rio de Janeiro, o Brasil precisa mudar. Não é possível continuar este estado de coisas. Não à ditadura, não ao ódio, sim à paz, sim ao amor”, defendeu.


Imagem: Sérgio Lima/Poder360

A mobilização é o primeiro o primeiro ato público após o assassinato do líder petista e guarda municipal Marcelo Arruda, vítima de intolerância política praticada por um bolsonarista.

“Vamos mudar o Brasil. Em vez de desemprego, fome, desalento, Lula: 20 milhões de empregos, valorização do salário mínimo, educação de qualidade, saúde, preservação do meio ambiente, democracia”, completou Alckmin.

“Lula vai trazer de volta a esperança”, afirma Rafael Parente


Com destaque a importância de pautas identitárias e representativdade, o pré-candidato ao governo do Distrito Federal, Rafael Parente (PSB), afirmou que somente com o retorno de Lula a presidência que “a esperança irá voltar”.


“Lula me mostrou um operário que podia ser presidente do Brasil. Ali, ele me ensinou sobre representatividade. O Lula tirou a minha família da miséria. O Lula também me ensinou que quando a gente tem vontade política e um governo competente, a gente opera milagres. Então não tem outro jeito: precisamos do Lula para mudar esse país porque somente ele vai trazer de volta a esperança”, discursou.

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