PSB Mulheres nas ruas contra Bolsonaro

A Secretaria de Mulheres do PSB de Fortaleza foi às ruas neste sábado (9) para mostrar a força do poder feminino para agregar e somar forças contra o bolsonarismo. Para isso, uniu esforços não apenas de quem luta pelos direitos das mulheres, mas para a causa que une a esquerda no país que é pôr fim aos retrocessos do governo de Jair Bolsonaro (PL).

Essa união de esforços contou com a participação de pessoas dos segmentos Inclusão e Negritude, que lutam pelos direitos das pessoas com deficiência e das pessoas negras, respectivamente.

A presidente do PSB Mulheres de Fortaleza, Rebeca Mota, conta que o segmento foi às ruas fortalecer a luta.

“Estávamos junto à frente democrática e outros partidos para lutar contra Bolsonaro. Todo mundo junto”, ressaltou Rebeca.

Aproximação

A secretária explica que um dos objetivos é aproximar ainda mais o PSB das comunidades e ampliar o trabalho que é feito pelos segmentos do partido.

“Essa nova formação, depois do Congresso Estadual do Ceará vivemos a Autorreforma. É um conjunto de oportunidades para a militância ter voz”, detalha Rebeca ao se referir ao processo de reformulação pelo qual o PSB passa.

Rebeca Mota também trabalha com Luciana Trindade, secretária nacional do PSB Inclusão. E reforça que, “independentemente da nossa luta, somos mulheres”.

Fim de semana de protestos

Neste sábado foram registrados atos contra Bolsonaro em pelo menos 10 capitais e cidades do interior. Organizados pelos movimentos populares, centrais sindicais, partidos de oposição e reunidos pela Campanha Fora Bolsonaro, realizaram neste sábado (9) a mobilização nacional “Bolsonaro nunca mais”.

A pauta central dos protestos foi a denúncia do aumento abusivo dos preços dos alimentos, dos combustíveis, da moradia e também a cobrança por investigações dos casos de corrupção envolvendo o governo Jair Bolsonaro (PL).

Lideranças das organizações e manifestantes avaliaram a mobilização de hoje como “um grande esquenta” para as disputas de ideias e projetos de país em 2022. Nos cartazes, as mensagens eram de indignação com a condição econômica do país, que mescla alta inflação e derretimento da renda.

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