Festival oferece oportunidades aos empreendedores da Economia Criativa


(Imagem: Socialismo Criativo)

O setor de Economia Criativa foi um dos mais atingidos no ano passado, com queda de 82% no faturamento mensal dos negócios. Atualmente, o estado do Rio de Janeiro conta com 76,2 mil empresas voltadas para o setor. Para estimular o empreendedorismo na área, o Sebrae Rio, o Sesc RJ e o Senac RJ, com apoio da Secretaria Estadual de Cultura e Economia Criativa, apresentam o Festival Crie & Ative, com diversos cenários e oportunidades.


De 31 de agosto a 3 de setembro, os empreendedores poderão participar de painéis com nomes relevantes do setor, oficinas, palestras e lives musicais. Segundo as instituições, o evento é totalmente on-line e gratuito, sempre começando às 15h. Clique AQUI para fazer a sua inscrição


Durante os quatro dias, atrações diferentes serão apresentadas. Painéis e oficinas sobre reinvenção, desenvolvimento de produtos, de oportunidades e potencial criativo, além de oficinas e palestras mais segmentadas como fotografia de produto, design, portfólio digital, artesanato, games, música, audiovisual e captação de recursos para o setor.


De acordo com as instituições, depois de muito aprendizado, os empreendedores terão uma surpresa: todo dia, uma live musical diferente encerrará a atividade. Moacyr Luz, Geraldo Azevedo, Camerata de Violões de Areal e Leoni confirmaram presença e serão os responsáveis por muita música e descontração.

Economia Criativa representa 3,8% do PIB

No estado do Rio, a Economia Criativa produz o equivalente a R$ 24,8 bilhões, ou seja, 3,8% do Produto Interno Bruto (PIB). O setor é composto, em grande parte, por microempresas, empresas de pequeno porte e profissionais autônomos, em especial na área cultural.

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Autorreforma e a inovação

Os socialistas preveem em sua proposta de Autorreforma que a inovação e a economia criativa são elementos indispensáveis do planejamento de desenvolvimento do país, pois estão presentes tanto no renascimento criativo da indústria, que precisa de inovação tecnológica, como nos serviços, na comunicação e no marketing.

“O Estado precisa estimular os talentos individuais e coletivos, financiando, sem burocracia e com os riscos naturais, os coletivos culturais, as startups, os inventores individuais, os profissionais criativos, em todas os setores da economia e da cultura.” Autorreforma PSB

Segundo os socialistas, a economia criativa não é apenas mais um ramo da economia, que reúne uma série de atividades altamente produtivas, mas, sim, uma estratégia de desenvolvimento, que pode possibilitar ao Brasil uma inserção soberana na economia globalizada e nas novas cadeias de valor do mundo moderno.


Com informações de O Dia

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