Com clã na mira da Justiça por ‘rachadinhas’, Bolsonaro inicia cortina de fumaça


(Imagem: Socialismo Criativo)

Por Socialismo Criativo


Em Brasília o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) inicia a tarefa usual de criar uma cortina da fumaça para distrair o país do escândalo das rachadinhas. Menos de 24 horas depois de o filho ‘zero três’, o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), ter os sigilos bancário e fiscal quebrados por determinação do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), o chefe do Executivo faz suspense sobre a própria saúde.


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Na manhã desta quarta-feira (1o), o presidente da República passou quase 40 minutos no departamento médico do Palácio do Planalto. O posto fica localizado no anexo do Palácio, próximo ao gabinete da Vice-Presidência.


O presidente saiu do Palácio da Alvorada às 7h e deu entrada no posto médico poucos minutos depois. Ele deixou o local por volta de 7h40 e seguiu para a base aérea, onde há previsão de decolagem ao Rio de Janeiro.


A Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom) não detalhou o estado de saúde do presidente. Perguntado por repórteres se estava bem, ele se limitou a acenar para a imprensa.


Na agenda oficial divulgada pela Secom, Bolsonaro parte de Brasília para o Rio às 8h40, onde deve participar de solenidade de entrega de medalhas a militares atletas que participaram das Olimpíadas Tóquio 2020.


No meio da tarde ele regressa à Brasília, onde não tem outros compromissos oficiais.

Rachadinhas do clã Bolsonaro na mira da Justiça

O filho ‘zero três’ do presidente, Carlos Bolsonaro, teve os sigilos bancário e fiscal quebrados por determinação foi do TJRJ nesta terça-feira (31) na investigação sobre a contratação de funcionários ‘fantasmas’ e no esquema das ‘rachadinhas’ no gabinete do vereador carioca. Outras 26 pessoas e sete empresas também tiveram os sigilos quebrados.

Pela primeira vez desde o início da investigação, há dois anos, o MPRJ levanta a possibilidade de um esquema de “rachadinha” no gabinete de Carlos Bolsonaro na Câmara de Vereadores.


Com informações da Revista Fórum


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